A due colori

É bem comum ver por aí fotos desse lindo efeito que ocorre quando jogamos tinta em um recipiente com água. O último trabalho desse tipo foi o do artista italiano Alberto Seveso, “A due colori“, com incríveis imagens de tintas que lançadas na água dão efeito de esculturas de fumaças coloridas, confira:

O artista tem outros incríveis trabalhos que envolvem essa técnica, confira no seu Behance ou em seu site.

Vi no Colossal.

O lado oposto

Se colocar no lugar do outro é algo complicado, principalmente quando se fala em relacionamento. Pensando nisso, a fotógrafa Hana Pesut do Canadá criou um projeto chamado Switcheroo, em que casais mudam de papel trocando suas roupas, poses e expressões, colocando-se um no lugar do outro. O resultado não seria algo diferente de interessante e divertido:

Veja mais fotos no site e no tumblr de Hana.

Vi no Zupi.

A vida não é um conto de fadas

Misturando personagens de desenhos e filmes em que tudo acaba bem e todos vivem felizes para sempre, o fotógrafo francês Benjamin Béchet criou a série Je suis Winnie l’Ourson (Eu sou o Ursinho Pooh), que mistura o universo perfeito dos personagens com a bruta realidade em que vivemos hoje. Prostituta, flanelinha, mendigo, empregada, vendedor ambulante, todas as figuras presentes em nosso cotidiano são retratadas pelos personagens. Confira:

Visite o site de Béchet para ver mais trabalhos.

Vi no Zupi.

Kevin Peterson

As pinturas fotorrealistas de Kevin Peterson são reais não só no aspecto, mas na idéia de trabalhar sempre com coisas opostas, mas que em sua arte (e na vida real) viram um conjunto: a inocência, o apoio, a folga contra o mundo desgastado, cinza, imundo, onde grafites gritam (ê criolo) e protestam contra a desigualdade. O artista trata em seu trabalho questões como divisão de riquezas e de raças, a solidão, o isolamento e o desejo agrupados com esperança e otimismo.

Por incrível que pareça nenhuma das imagens é foto. Todas são pinturas feitas à mão.
Para ver mais trabalhos visite o site de Kevin.

A arte de pixar

Há quem diga que pixação é só vandalismo, usado pra estragar espaços públicos e nada mais. Há quem diga (e eu acredito muito nisso) que pixação é sim uma forma de arte, afinal ela é um reflexo do ser humano, e é nela que expressa sua visão de mundo e dos problemas enfrentados todos os dias. Pixar não é só vandalismo, é diversão, amizade, é a luta pelos direitos, é a conquista de espaço e de voz, de gerações a gerações.

Talvez essa força e essa voz que a pixação tem seja o motivo de ser tão mal vista. Nada que revoluciona e traz a verdade à tona é bem aceito pela sociedade. Serão sempre jovens indignados que agem por impulso, e só. Ou uma fase que passa. Mas a gente não vê assim, nem o fotógrafo Leandro Mantovani, que criou o projeto Pixação, com fotos que mostram a intimidade e o mundo por trás das letras cheias de expressão que vemos em muros, postes, paredes, bancas e etc. Vale conferir:

Veja mais fotos do projeto aqui.

Esse documentário chamado “Por trás das letras” é a gravação de três pixadores anônimos discutindo sobre a pixação e as dificuldades e preconceitos enfrentados nesse mundo. Vale ver também! (obrigada Camilla, que me lembrou do documentário rs)